MS tenta barrar trashware no Windows 7

 

MS tenta barrar trashware no Windows 7

Microsoft promete cuidado com o Windows 7

SÃO PAULO - A Microsoft vai fazer um esforço para impedir que aplicativos ruins, que sirvam para disseminar códigos maliciosos e spam, ou mesmo que não permitam sua remoção limpa da máquina, sequer possam ser instalados no Windows 7.

O programa de elegibilidade para o Windows 7, que determina que software é e não é  compatível com o sistema operacional, definiu regras que vetam totalmente aplicações que não atendam as exigências da Coalizão AntiSpyware.

A Coalizão é um grupo formado por diferentes fabricantes de software que define regras de combate ao spypware e a códigos maliciosos, vetando programas que possuam graves falhas ou que tenham características que abram brechas perigosas demais no PC dos usuários.

Outra exigência da Microsoft é que os programas candidatos a rodar no Windows 7 ofereçam um modo de instalação limpa e reversível.

A ausência de padrões de reversibilidade faz o programa deixar códigos no sistema operacional mesmo quando deletado. Na prática, isto torna o sistema operacional mais lento ao longo do tempo.

Algumas outras exigências para quem deseja ter seu aplicativo homologado pela Microsoft é oferecer assinatura digital de arquivos e drivers, exigir que os programas suportem a plataforma de 64 bits do Windows 7 e garantir que os aplicativos rodem mesmo para quem não tem privilégios de administrador do computador.

Memória de telefones celulares é duplicada usando apenas software

fonte: Inovação Tecnológica

Os telefones celulares estão cada vez mais sofisticados, trazendo funções como câmeras, tocadores de MP3, videogames, reprodução de filmes, acesso à Internet e, é bom que não se esqueça, até a capacidade de ligar para outros telefones. Mas essas características têm um preço: eles exigem uma quantidade cada vez maior de memória.

Aumento de memória

Agora, engenheiros da computação da Universidade Northwestern e da empresa NEC fizeram o que muitos acreditavam ser impossível - eles desenvolveram uma tecnologia que dobra a memória utilizável em telefones celulares e outros sistemas dedicados sem quaisquer alterações no hardware ou nos aplicativos.

A inovação foi feita alterando-se unicamente o sistema operacional que roda nesses equipamentos. "A tecnologia que nós desenvolvemos pega automaticamente os dados e reduz seu tamanho para menos da metade do seu tamanho original sem perder qualquer informação, tudo com o equipamento em funcionamento. É como colocar o dobro da memória no telefone sem aumentar seu custo ou seu consumo de energia," explica o engenheiro Robert P. Dick.

Compactação de dados na memória

O conceito de compactação de dados não é novo no mundo da informática, mas ele quase sempre aparece ligado ao armazenamento das informações, diminuindo o espaço em disco consumido pelos arquivos. O novo programa reduz os dados e programas de forma transparente e em tempo real quando essas informações são lidas para a memória RAM, a parte da memória onde os programas são executados.

O programa foi batizado de CRAMES - compressed RAM for embedded systems - e já atingiu um nível de desenvolvimento que o faz exigir um mínimo de recursos, podendo ser utilizado sem penalizar as funções do aparelho. A NEC afirmou que o seu novo modelo FOMA N904i, já disponível no Japão, incorpora o programa Crames.

fonte: Inovação Digital

Engenheiros da Universidade McMaster, no Canadá, descobriram uma forma de fabricar equipamentos de sinalização eletrônica mais baratos e com uma resolução muito superior aos atuais painéis de LEDs. Os LEDs são responsáveis por aproximadamente 70 a 80 por cento do custos de um painel de sinalização.

Painel de sinalização de fibra óptica

Combinando uma malha de fibras ópticas especialmente desenvolvida para este projeto com a tecnologia dos monitores de cristal líquido (LCD), os pesquisadores conseguiram substituir mais de 90 por cento dos LEDs verdes, azuis e vermelhos necessários para a construção dos painéis de sinalização coloridos atuais.

O resultado foi um painel modular de alta resolução e alto brilho, medindo cerca de 10 centímetros de lado, que pode ser integrado para a construção de telas de virtualmente qualquer dimensão. E com um custo muito menor, tanto para ser fabricado, quanto para ser mantido e operado.

Sinalização eletrônica mais barata

"É um avanço significativo em relação à atual tecnologia de sinalização eletrônica," diz o pesquisador Adrian Kitai, que desenvolveu a nova tecnologia. "Ele tem uma resolução mais alta do que qualquer outra tela de LEDs no mercado, alto brilho, alta confiabilidade, menor consumo de energia e pode reduzir os custos em até quatro vezes quando comparado com os displays de LED convencionais."

Os módulos de 10 centímetros tornam-se independentes quando unidos em grupos de quatro. Esse agrupamento pode então ser replicado tantas vezes quantas forem necessárias, para se construir o painel nas dimensões desejadas. Como as fibras são muito mais finas do que os LEDs - o que explica a melhor resolução do novo painel - a fronteira entre os diversos módulos é quase imperceptível.

Para comercializar a nova tecnologia os pesquisadores criaram a empresa Liquid Fiber Displays.

Escândalo da Cisco deve elevar preço de produtos

fonte Valor Online

SÃO PAULO - O aumento nos preços e o atraso na entrega dos equipamentos deverão ser os efeitos mais imediatos, no mercado brasileiro, do escândalo envolvendo a Cisco.

Operadoras de telefonia e clientes empresariais passaram o dia de ontem tentando obter informações e calcular prejuízos, mas já davam como certo que os produtos para redes de comunicações ficarão mais caros.

Todas as grandes operadoras de telecomunicações aguardam produtos que já haviam encomendado da Cisco. Mas, em geral, as compras não foram feitas por meio da subsidiária brasileira. Por ser complexos, os projetos das teles costumam envolver diversos fornecedores (para produtos diferentes) e um deles centraliza a sua execução. Em razão disso, as empresas ainda não sabiam estimar o impacto da crise em seus negócios.

Mas o clima era de preocupação. Uma concessionária de telefonia fixa tentava, ontem, agendar uma reunião com seus principais fornecedores para saber quão prejudicadas ficarão as entregas de equipamentos.

Amos Genish, presidente da GVT, afirmou que a operadora tem roteadores a receber da Cisco. De acordo com ele, no entanto, os produtos foram importados diretamente dos Estados Unidos - e não comprados dos distribuidores brasileiros.

Conversamos com o canal de vendas e nos garantiram que está tudo certo com as entregas, mas estamos preocupados com a situação, disse o executivo.

O temor das empresas vai além do risco de atrasos e falta de produtos. Também pairam dúvidas sobre o que vai acontecer com o pós-vendas (suporte técnico e manutenção) da Cisco daqui para a frente - e isso vai depender do tamanho da crise.

O escândalo pegou o mercado brasileiro num momento delicado. Os fornecedores de equipamentos para redes de telecomunicações têm se queixado da falta de encomendas das operadoras. Um dos poucos segmentos em expansão é o de infra-estrutura para internet em banda larga, foco de grande parte dos investimentos das teles neste ano. E é justamente aí que a Cisco tem mais força. A maior parte da rede mundial de computadores foi construída com sua tecnologia.

Segundo consultores de telecomunicações ouvidos pelo Valor, um tipo de produto que pode faltar são os chamados roteadores, usados para distribuir o tráfego de dados pela rede.
A Cisco, estimam os analistas, detém cerca de 80% do mercado de equipamentos de internet no país. Com a paralisação dos negócios da companhia, os analistas acreditam que o valor dos equipamentos deva subir em torno de 20%.

Segundo uma fonte próxima à Mude, distribuidora da Cisco suspeita de participar do esquema, a concorrência no mercado nacional ficou mais acirrada com a chegada dos fornecedores chineses, que passaram a oferecer produtos mais baratos. Hoje um dos maiores concorrentes da empresa no país é a chinesa Huawei. Um comprador da Cisco, no entanto, se diz surpreso com relação à sonegação de impostos para reduzir o preço dos produtos da Cisco, pois muitas vezes os equipamentos da companhia americana saíam mais caros que os dos rivais.

Até sábado, o presidente da Cisco no Brasil, Pedro Ripper, ficará detido na Polícia Federal para prestar esclarecimentos. Com ele estão Carlos Carnevali, vice-presidente da companhia para a América Latina, e os principais executivos da distribuidora Mude, Hélio Pedreira, Moacir Sampaio e Fernando Machado Grecco. Na internet, o site da Mude está fora do ar desde anteontem, quando a Polícia Federal levou computadores e servidores do escritório da empresa, em Alphaville (SP).

Rafael Steinhauser, que até outubro do ano passado respondia pela subsidiária da Cisco, está na Argentina. Por telefone, o executivo informou que em nenhum momento foi procurado pelos investigadores do caso.

Não tenho o que falar sobre a Cisco, comentou.

Seria muito indelicado da minha parte. Quem tem que falar sobre a empresa são os seus atuais diretores.

Steinhauser, que atualmente cuida dos negócios da empresa NextWave Wireless na América Latina, disse que está em viagem de trabalho e que voltará para São Paulo na próxima semana, antes de partir para negócios na Europa.

Na terça-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação Persona, que desarticulou um esquema de sonegação fiscal, cujo rombo pode chegar a R$ 1,5 bilhão. A Cisco é acusada de fazer parte da criação de uma cadeia de empresas de fachada, envolvendo a multinacional, sua filial brasileira e a distribuidora Mude. A operação, que envolvia empresas com sede em paraísos fiscais, permitia que a mercadoria saísse dos Estados Unidos com preços até 70% menores, pagando menos imposto de importação, além de sonegar tributos estaduais.

Além dos diretores da Cisco no Brasil, cinco executivos da multinacional estão sob investigação da polícia americana. A ação da PF já levou à prisão de 44 pessoas nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Entre os detidos estão seis auditores fiscais da Super Receita. As buscas também resultaram na apreensão de US$ 290 mil e R$ 240 mil em espécie, um jato comercial, 18 veículos e US$ 10 milhões em mercadorias.

Apple permitirá que usuários façam softwares para o iPhone

da Folha Online


A Apple anunciou que criará uma plataforma para que usuários possam desenvolver aplicativos para o iPhone e o iPod Touch. Isso representa uma mudança de postura da empresa, que bloqueava a instalação de softwares externos nesses aparelhos.


De acordo com um comunicado assinado por Steve Jobs, presidente da Apple, a companhia irá disponibilizar um kit para que as pessoas possam desenvolver esses aplicativos.


A expectativa é que essa plataforma esteja pronta até fevereiro. Até lá, a empresa esperar criar um meio de desbloquear o aparelho, sem torná-lo vulnerável a vírus e outros programas intrusos.


É possível que a Apple desenvolva uma assinatura digital, para certificar os usuários autorizados a criar softwares para o iPhone. Isso é algo semelhante ao que a Nokia vem fazendo para seus celulares mais novos e que Jobs considerou ser a "direção correta".


Proibições


Alguns usuários do iPhone se mostraram descontentes com o fato de a Apple ter imposto tantas restrições ao uso do aparelho.


O celular, lançado no fim de junho nos Estados Unidos, não pode ser utilizado com nenhuma outra operadora antes de uma assinatura de pelo menos dois anos com a operadora AT&T.


Um programa para desbloquear o iPhone e torná-lo compatível com a maioria das companhias telefônicas circulou na internet em setembro e foi instalado por milhares de usuários do aparelho.


No entanto, uma atualização do sistema, distribuída pela Apple, desabilitou muitos dos iPhones alterados.

Empresas aprovam uso de tecnologia contra spam

Um grupo de grandes corporações do mundo da internet prometeu colocar em uso o mais rápido possível uma nova tecnologia contra o spam, os e-mails não-solicitados que enchem caixas de entrada dos internautas.

A tecnologia de Correio Identificado por Chaves de Domínio --DomainKeys Identified Mail (DKIM), no original em inglês-- estava sendo examinada pelo Força Tarefa de Engenharia de Internet (IETF, na sigla em inglês), que reúne grandes corporações do setor de informática [como Cisco, Yahoo, Send Mail e PGP] e é um dos grupos responsáveis pela definição de padrões para a internet.

A instituição deu seu apoio à método DKIM de usar uma assinatura digital codificada para confirmar a identidade do remetente de um e-mail e a origem da mensagem.

Empresas e indivíduos que enviam lixo eletrônico pela internet costumam mascarar o verdadeiro conta de e-mail que estão usando com algum endereço falso ou adulterado.

Atualmente os servidores de e-mail só conferem se o domínio mencionado nestes endereços é normalmente utilizado para o envio de lixo eletrônico.

Chaves

A nova tecnologia de DKIM consiste no uso de uma chave codificada dividida em duas partes. Uma delas é colocada pelo provedor de e-mail na mensagem que está sendo enviada.

Esta chave é ligada a uma outra chave [pública], instalada no sistema de distribuição de domínios (endereços) da internet, uma espécie de lista telefônica da internet.

Finalmente, o servidor que recebe o e-mail confere se as chaves privada e pública batem, o que provaria que a mensagem veio de um usuário de verdade.

Mas para que a tecnologia funcione tanto com o remetente quanto com o destinatário é preciso participar do serviço DKIM.

Uso freqüente de iPod prejudica audição, diz médico

O uso freqüente do iPod para escutar música --em alto volume, sobretudo-- está colocando em risco a audição dos adolescentes, alerta o médico Davide Tufarelli, da Unidade de Reabilitação de Otorrinolaringologia do hospital San Raffaele Pisana, em Roma.


Uso freqüente de iPod, da Apple, em alto volume prejudica audição, diz médico italiano
"Está demonstrado que bastam 100 decibéis para danificar a audição. Se o estímulo sonoro é repetido com freqüência, o dano pode tornar-se irreversível", disse Tufarelli.


"É fundamental monitorar o sistema auditivo de crianças e adolescentes, prestando atenção aos sinais e efetuando um exame audiométrico pelo menos uma vez por ano", diz o médico, que alertou para o aumento de distúrbios auditivos entre os pré-adolescentes.


Dados da Associação Italiana de Pesquisa sobre a Surdez mostram que o número de crianças que sofrem distúrbios auditivos na faixa etária entre 0 e 3 anos é de 22 mil. Aquelas que apresentam o problema entre 4 e 12 anos somam 98.200, aumentando para mais de um milhão na faixa entre 13 e 45 anos.


Em 18 de outubro, por ocasião do Dia para a Prevenção e Luta contra a Surdez, organizado pela AIRS para aumentar o nível de informação sobre prevenção de problemas auditivos, 250 consultórios de otorrinolaringologia de toda a Itália darão consultas ao público e fornecerão informações úteis para combater a surdez.